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Confira a matéria que o portal About Farma postou sobre o uso da Fototerapia no tratamento pós-mastectomia

“Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em quatro das cinco regiões brasileiras. A taxa de mortalidade, ajustada pela população mundial, foi 14,23 óbitos/100.000 mulheres, em 2019, com as maiores taxas nas regiões Sudeste e Sul, com 16,14 e 15,08 óbitos/100.000 mulheres, respectivamente.

Um dos tratamentos indicados para o câncer de mama é a mastectomia, que consiste na retirada do nódulo maligno e áreas afetadas, contudo, esse procedimento, além de causar problemas emocionais como perda da autoestima, pode causar complicações físicas, como por exemplo: dor, linfedema, seroma, deiscência cicatricial e diminuição de amplitudes de movimento em membros superiores, impactando negativamente na funcionalidade do indivíduo.

Segundo uma revisão elaborada por Alessandra de Jesus Mota Rocha, Giovana Bergheme Franciscon De Lemos e Rachel Trinchão Schneiberg Kalid Ribeiro, a Fototerapia é um dos recursos fisioterapêuticos utilizados para minimizar os problemas ocasionados pela mastectomia.

O estudo analisou 189 mulheres mastectomizadas, encontradas na amostra total de todos os artigos selecionados, tratadas predominantemente pelo Laser e pelo LED infravermelho, com uma média de 56 atendimentos. Os pacientes que foram submetidos a esses ensaios clínicos obtiveram redução do volume do braço acometido pelo linfedema, com a melhora do fluxo linfático e da função da pele, apresentando, consequentemente, menos quadros de dor.

Além disso, a função dos membros superiores aos poucos foi estabelecida pelas ações do laser, já conhecidas pela sua capacidade de atuar em processos inflamatórios e cicatriciais.

Para Lucas Sousa, Gerente Científico de Inovação da Ecco Fibras, empresa de dispositivos de Laser e LED terapêuticos, esse estudo traz esperança para os tratamento oncológicos, isso porque em cada descoberta possui resultados melhores para os pacientes, que são gravemente afetados por essa doença, e que mesmo com a retirada dos nódulos malignos, ainda sofrem com consequências de todo o tratamento.

“Outro ponto também que me chamou atenção nesse estudo, é o fato do LED atuar no organismo influenciando na capacidade do sistema imunológico em se defender do agente agressor, e também pelas células expostas ao LED não apresentarem capacidade de multiplicação desordenada, característica comum em células cancerígenas. Com certeza, um marco para o tratamento do câncer de mama”, explica Sousa.

O tratamento com Laser e LED terapêuticos é utilizado também na quimioterapia e radioterapia, ajudando a evitar intercorrências que são comuns durante o processo.

O estudo concluiu que a Fototerapia, aplicada pelo Laser e LED terapêuticos, promove bons resultados para a diminuição da dor e de linfedemas, estimula os sistemas imunológicos e linfáticos, após  a mastectomia.

“Tudo comprova de que esse procedimento é seguro para os pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida dos pacientes, e que apesar de ainda estar ocorrendo muitos testes clínicos, os resultados são promissores”, finaliza Sousa”.

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