dez 02

LASERTERAPIA EM FERIDAS DE PÉ DIABÉTICO

O pé diabético é uma série de alterações anatomopatológicas e neurológicas periféricas que ocorrem nos pés de pessoas acometidas pelo diabetes mellitus. Essas alterações constituem-se de neuropatia diabética, problemas circulatórios, infecção e menor circulação sanguínea no local. Essas lesões geralmente apresentam contaminação por bactérias, e como o diabetes provoca uma retardação na cicatrização. O pé diabético ocorre pela ação destrutiva do excesso
de glicose no sangue. A nível vascular, causa endurecimento das paredes dos vasos, além de sua oclusão, o que faz a circulação diminuir, provocando isquemia e trombose.
Esta complicação normalmente decorre da falta de sensibilidade nos membros inferiores, junto à deficiente cicatrização, que faz com que pequenos ferimentos possam se tornar uma ulceração, evoluindo, quando não cuidado, para um processo de necrose e amputação.

Como diagnosticar o pé diabético?
O diagnóstico do pé diabético propriamente dito é feito principalmente pelos sintomas da neuropatia (diminuição da sensibilidade – hipoestesia ou a perda total da sensibilidade – anestesia), calosidades, alterações nas unhas, pela diminuição da circulação (micro e macrocirculação) com diminuição ou ausência dos pulsos arteriais distais (pulsos arteriais dos pés); esfriamento do pé (palidez ou arroxeamento do(s) dedo(s) ou do pé).

A restauração tissular requer fenômenos bioquímicos e fisiológicos de forma harmoniosa em eventos celulares e moleculares que interagem para que ocorra a repavimentação e a reconstituição tecidual, promovendo a cicatrização de feridas agudas e crônicas.

O Laser é, com certeza, um recurso que trás potencial efeito no processo de cicatrização, em especial a chamada escara de “Pé Diabético”.

Algumas razões para tratamento do Pé Diabético:

Promover função e qualidade de vida, Controlar infecção, Manutenção do “status de saúde”, Prevenir a amputação, dentre outras.

FERIDA DO PÉ

– Úlcera
– Atingem geralmente toda a espessura da derme
– Infecções sem ruptura da derme
– Crônica ou aguda
biologia da cicatrização da ferida

5 FASES DA CICATRIZAÇÃO DAS FERIDAS

– Fase 1 Coagulação
– A formação do colágeno serve para não apenas para coaptar as bordas das feridas mas também para cruzar a fibronectina, oferecendo uma matriz provisória, em que os fibroblastos, células endoteliais e queratinócitos possam ingressar na ferida.
– Fase 2 Inflamatória
– Fase 3 Proliferativa (Fechamento da lesão propriamente dito).
– Fase 4 Contração da Ferida
– Fase 5 Final ou de remodelação

Fatores que explicam a falha na cicatrização:

1. Anormalidade no processo inflamatório/ nas células – Toxicidade da hiperglicemia
2. Neuropatia periférica
1. Motora – mudança na estrutura do pé
2. Sensitiva – Integridade da pele, tônus vascular (Estado natural de elasticidade e resistência de um órgão ou tecido) termoregulação (TEMPERATURA).
3. Doença vascular/ hipóxia tecidual (FALTA DE OXIGÊNIO)

Com efeito, a ação terapêutica da energia laser de baixa intensidade (LBI) varia de acordo com os mediadores. Assim, Silveira; Lopes (1983) determinaram que a ação da irradiação a laser promove um aumento significativo de mastócitos em degranulação, aumentando a quantidade de histamina, o que provoca alterações circulatórias locais, representadas basicamente por vaso-dilatação e aumento de permeabilidade vascular, fatos estes muitas vezes desejáveis
como medida terapêutica em numerosas condições clínicas.

A terapia por laser de baixa intensidade (TLBI), em relação às prostaglandinas, pode agir como antiinflamatório, inibindo e bloqueando a ação do enzima ciclo-oxigenase sobre o ácido araquidônico.

– O uso do Laser como estímulo ao trofismo celular
Com o aumento da produção de ATP, causada pela aplicação da energia laser de baixa intensidade, a velocidade de mitose é aumentada. Este fato leva a concluir que o LBI aumenta os processos de reparação tecidual; isto é devido ao estímulo na capacidade de cicatrização do tecido conjuntivo assim como à neoformação de vasos, a partir dos já existentes. Ambos os fatores contribuem para reparar perdas de substâncias, sobretudo úlceras de diversas origens, como a ulceração de Pé Diabéticos.

– Estímulo a microcirculação
Como já vimos uma das causas da difícil cicatrização das feridas de Pé Diabético é a hipóxia tecidual. No sistema circulatório, as artérias se dividem e diminuem progressivamente de calibre até que, posteriormente as arteríolas se abre a rede capilar, com abertura e fechamento comandados pela atuação de um músculo chamado esfíncter pré-capilar. Em circunstâncias normais funciona de forma periódica, ativando ou cessando o funcionamento das diferentes regiões.

Parece que a radiação laser tem uma ação indireta sobre o esfíncter pré-capilar, através de mediadores químicos, paralisando-o e produzindo sua abertura constante e, por tanto, um estímulo à micro-circulação. Admite-se que um dos intermediários, não o único, é a liberação de histamina. O fato é que a dilatação produzida é persistente e pode manifestar-se a maior ou menor distância, segundo a potência da radiação.
O LBI não produz efeito calórico. Portanto, se houver aumento de temperatura no local de aplicação da energia laser, deve-se ao aumento do metabolismo celular e da vasodilatação provocada na região. A terapia a laser de baixa intensidade é um recurso acalórico, não proporcionando, aparentemente, a dilatação das artérias nem o aumento da permeabilidade de vênulas, como ocorre na administração do calor.

Como prevenir:

Educação
Calçados especiais (Deformidades ósseas)
Consulta regular
Tratamento das patologias não ulcerativas
Desbridamento regular de calos
Intervenção cirúrgica (Deformidades ósseas)

Dra. Patrícia Victória Maia – Nutricionista e Podóloga
Elaine Cristina Chantal, Podóloga, Curso de atuação e atendimento Pé Diabético e Laserterapia

PÉ-DIA

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out 15

LED INFRAVERMELHO É ALTERNATIVA CONTRA A QUEDA CAPILAR

Fonte: Portal Terra

A queda capilar é um problema que pode ser genético e, por isso, é necessário analisar o histórico familiar, pois quem já tem o problema na família deve começar a se cuidar desde cedo. O normal é perder entre 70 e 100 fios por dia, quem perceber queda de maior quantidade ou diminuição no ritmo de crescimento deve procurar ajuda para descobrir a causa.

“Quando há queda superior a 100 fios diários, é preciso procurar ajuda para descobrir a causa do problema”

O dermatologista Marcelo Belline ressalta que antes de procurar tratamentos é necessário investigar a causa, fazer exames de sangue para verificar todas as deficiências: “É preciso fazer uma avaliação detalhada do couro cabeludo e do cabelo por meio de um exame que se chama dermatoscopia, uma lente que aumenta em 100 vezes o aspecto da região. Essa lente verifica a densidade do fio, a quantidade por milímetro quadrado e também se há um processo de miniaturização, quando a cada ciclo o cabelo fica menor e mais fino”.

Uma nova alternativa para combater o problema é o tratamento com LED infravermelho, que melhora a circulação e a densidade dos fios: “Ele reduz a queda e reestrutura esses fios, tem ação antienvelhecimento, hidrata, nutre, protege contra oxidação e foliculite e diminui a perda de volume. Se na área que houve queda ainda sobrou um folículo, então vai haver a produção de novos fios”.

Outros cuidados
“Em qualquer tratamento também estão inclusos a reposição do déficit de minerais e correção das alterações do organismo. É importante o uso de polivitamínicos como silício orgânico, aminoácidos, biotina que fortalecem e estimulam o crescimento”, esclarece o dermatologista.

Ele também recomenda utilizar uma ou duas vezes por semana xampu antirresíduos para evitar a sobreposição de cremes, condicionadores e leave-in no couro cabeludo. Além disso, optar por xampu de controle da oleosidade desenvolvido à base de ácido salicílico, cetoconazol, piridionato de zinco e octopirox, que ajudam no controle da oleosidade do couro cabeludo, combate a descamação e proliferação de fungos.

led-capilar

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set 17

BIOMODULAÇÃO PÓS OPERATÓRIOS EM CIRURGIA PLÁSTICA

Fonte: negocioestetica

A Fototerapia é uma das maiores revoluções tecnológicas existentes. Ela significa o uso de um tipo de luz para fins terapêuticos

Os benefícios da energia da luz solar são indiscutíveis, tanto que a vida na terra, seja animal ou vegetal, não seria possível sem a presença dessa energia emitida pela luz do Sol.

No Reino Vegetal, algumas plantas desenvolvem o processo da fotossíntese, através da absorção da energia emitida pela luz dos raios solares a fim de produzir carboidratos, proteínas e vitaminas, os quais constituem as fontes de alimentos orgânicos básicos e essenciais para os seres vivos.

A energia emitida pela radiação solar ao ser absorvida pelos tecidos do corpo humano, podem trazer efeitos benéficos ou maléficos.  Na primeira opção enquadra-se a síntese da vitamina D, essencial à manutenção da saúde humana, processo em que a luz solar é fundamental. Como efeito maléfico pode-se citar cânceres de pele ocasionados por exposição excessiva à luz solar.

Luz e a tecnologia

A luz com fins terapêuticos é produzida por equipamento e substâncias de alta tecnologia, que emitem uma Luz especial, transportando energia e esta energia ao ser absorvida pelos tecidos biológicos, desencadeiam efeitos físicos e químicos, e o mais interessante é que esses efeitos podem ocorrer somente, em estruturas infinitamente pequenas, sem afetar os tecidos adjacentes.

Reparação Tecidual e Biomodulação nos procedimentos Pós-Operatórios em Cirurgia Plástica com Laser de Baixa Intensidade (Potência)

Hoje já é possível oferecer um pós-operatório mais adequado e menos traumático, há vários estudos publicados que comprovam que a fototerapia (Laser) de baixa intensidade ou potência, possui a capacidade de proporcionar uma reparação tecidual muito mais rápida, diminuindo assim o tempo de desconforto de um Pós Operatório no processo cicatricial.

Um desses estudos publicados foi o Karu, que demonstrou que o laser de baixa potência de luz vermelha como comprimento de onda entre 630 a 700nm, tinha a capacidade de agir na reparação de tecidos moles atuando no aumento da produção de ATP e acelerando o processo de mitose celular e reduzindo o tempo de reepitelização e cicatrização dos tecidos. (Karu,T.I. Photobiology of low laser therapy. London: Harwood, 1989).

Outro estudo bastante interessante do LBI, é o efeito da luz Infravermelha no sistema linfático.

LIEVENS – Em 1991 publicou um estudo irradiando com um diodo laser de (Arseniato de gálio e alumínio) GaAs operando em 904nm em incisões na região abdominal dos animais.

Observou-se que ao irradiar na incisão o fluxo linfático se refez rapidamente com a regeneração dos vasos linfáticos e uma neovascularização formou-se significativamente nos animais tratados com laser. Já nos animais não irradiados, foi observada uma lenta regeneração.

E outro estudo bem mais recente, foi o da Dra. Luciana, que desenvolveu a técnica do uso do laser em baixa intensidade sobre os linfonodos no pós operatório, com Luz Infravermelha 700 A 904nm, que ao estimular os linfonodos do local acometido pelo processo inflamatório no pós cirúrgico,  ativa-se  a Drenagem Linfática  local diminuindo o edema, e consequentemente, a dor e o desconforto. (Dra. Luciana Almeida Lopes Pesquisadora do Centro de Pesquisa Fotônica).

Cuidados

· Nunca irradie diretamente sobre processos tumorais (O LIB pode estimulá-los).
· Nunca irradie diretamente sobre processos infecciosos e altamente infectados (O LIB pode exacerbá-lo).
· Nunca irradie uma lesão sem diagnóstico, pode ser um carcinoma.

Ainda temos muito que aprender sobre os benefícios da absorção, energia da luz controlada pelos tecidos biológicos, mas uma coisa é certa, muito breve, será uma técnica indispensável nos procedimentos estéticos faciais e corporais.

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set 01

LED E OURO FAZEM PARTE DOS PROCEDIMENTOS DE BELEZA

Fonte: Puretrend

A indústria da beleza cada vez mais investe em substâncias luxuosas para compor tratamentos e produtos que já fazem parte da nécessaire das beauty addicteds. Algumas das novidades do setor envolvem ouro e lâmpadas de LED. Poderoso, não? O Puretrend explica sobre as novas técnicas ideais para conseguir uma pele mais bonita e viçosa.

Puro luxo!

O ouro não é novidade no mundo dos cosméticos e possui propriedades com ação energizante, capaz de revitalizar e regenerar a pele. Além disso, o metal é funcional na proteção contra os radicais livres. Nos consultórios de dermatologia, a máscara de ouro está conquistando as clientes, já que clareia a cútis, tornando-a sedosa e conferindo mais viço. As rugas e linhas de expressão também suavizam com as aplicações da máscara.

O procedimento pode ser feito em homens e mulheres que estejam com o visual cansado e querem garantir mais luminosidade e vitalidade à pele. A máscara de ouro pode ser feita sozinha ou após uma sessão de peeling ou limpeza de pele.

Terapia de choque

Acne e envelhecimento precoce são alguns dos problemas que levam muitas pessoas às clínicas de dermatologia. Para estas causas, a luz de LED pode ser a solução, já que promove a bioestimulação. De acordo com os médicos, os vasos sanguíneos capilares se dilatam e aumenta o fluxo, proporcionando mais oxigênio e, consequentemente, tornando a pele mais macia, suave, elástica e ainda reduzindo a aparência das linhas finas, rugas e pigmentação.

O LED vermelho é eficiente no tratamento para suavizar linhas finas e rugas, além de ser usado para reduzir a inflamação. A utilização de luz vermelha pode também ajudar a diminuir a produção de sebo, que é um dos fatores que contribuem para o desenvolvimento de acne. Já o LED azul é ideal apenas para acabar com as bactérias que causam acne.

Os tratamentos com LED não substituem o uso do laser e devem ser indicado por um dermatologista de sua confiança. O processo é gradual e pode ser feito em todos os tipos de pele. Recomenda-se de 8 a 12 sessões para um bom resultado.

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ago 26

ACUPUNTURA EM RECÉM-NASCIDOS ALIVIA CÓLICAS E OUTROS DESCONFORTOS

Fonte: Folha de S.Paulo

Para aliviar cólicas e até refluxo em recém-nascidos os pais podem buscar métodos alternativos, como a acupuntura. Não importa se o bebê tem dias de vida pois as sessões são feitas com o recém-nascido dormindo ou no momento que é amamentado pela mãe.

“Na maior parte das vezes, a aplicação é realizada sem que o bebê sequer perceba o que está acontecendo”, explica a psicóloga e acupunturista Erica de Paula, 28. Ela diz que a acupuntura nas crianças pode ser muito útil para minimizar outros desconfortos, prevenir doenças e “equilibrar desarmonias”.

Ela explica que a técnica e a duração da sessão varia conforme a idade da criança.  “Os pontos são estimulados um de casa vez, durante pouco tempo. Já nos adultos o paciente fica, em média, 25 minutos com as agulhas. As agulhas nas crianças são retiradas tão logo a criança mostre algum sinal de desconforto”, explica. A agulha utilizada nas crianças, diz Erica, é da espessura de um fio de cabelo e tem um menor comprimento também. “A aplicação é praticamente indolor e feita com muito cuidado e paciência”.

A produtora Priscilla Debatista Pereira Brito Produtora, 34, fez acupuntura antes de engravidar, durante a gestação e faz na filha Alice, 4 meses, desde que a menina tinha poucos dias de vida. A mãe conta que ajuda bastante no alívio de cólicas, prisão de ventre e também no congestionamento nasal. Segundo ela, é feita apenas uma sessão por semana e são deixados uns pontinhos na orelha que são sempre estimulados. “Busquei uma forma de cura ou de alívio sem precisar de nenhum medicamento”, comenta. Ela brinca que vai continuar com as sessões até a filha ‘cansar’. “Não penso em um prazo específico, mas acredito que com o tempo vamos diminuindo a frequência por uma questão de não ser mais necessário mesmo. Mas, no dia que precisar farei o uso de acupuntura novamente”, comenta. Durante a gravidez, ela diz que a acupuntura também a ajudou a aliviar os enjoos e dores nas costas.

A quantidade de sessões depende do objetivo do tratamento, podendo ser uma sessão avulsa (para resolver uma crise aguda), um plano de cinco ou 10 sessões, e até mesmo uma manutenção semanal ou quinzenal para problemas mais crônicos.

A acupuntura pediátrica também é muito utilizada em crianças um pouco maiores e ajuda em questões como dificuldades relacionadas ao sono, problemas respiratórios, alergias, falta de apetite, dificuldades de aprendizagem, problemas motores, quadros inflamatórios ou infecciosos. “É importante lembrar que a acupuntura é um tratamento eficaz e sem efeitos colaterais, mas que não substitui o tratamento médico, que muitas vezes também é necessário”, orienta.

Segundo Erica, em crianças maiores (entre seis meses e 2 anos, por exemplo) é mais difícil a aplicação pois nesta faixa etária eles ficam menos parados e, em muitos casos, tem medo de agulhas por conta das vacinas, por exemplo.

“Nesse caso, podem ser utilizados outros recursos como laser ou esferinhas de estimulação – as famosas “sementinhas”, que atualmente já se encontram em versão ouro, prata e cristal”, comenta. Ela diz que o laser e as esferinhas podem ser aplicados ao longo do corpo ou apenas na orelha (auriculoacupuntura). Já nas crianças acima de 2 anos, a aplicação ocorre de maneira mais natural pois já é possível explicar o tratamento de forma lúdica e realizar a aplicação com o total consentimento deles.

Erica diz que a maioria das mães que levam seus bebês para fazer acupuntura são mulheres que fizeram a acupuntura durante a gestação. “Elas recorreram ao mesmo método com os filhos porque já conheceram a efetividade do tratamento e ausência de efeitos colaterais”, comenta. A acupunturista aconselha sempre procurar um profissional habilitado e buscar referências sobre ele com outros pacientes.
criança-laser-acupuntura

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ago 05

QUEDA DE CABELO APÓS A GESTAÇÃO O QUE FAZER?

Fonte: Blog Tricologia Médica

Recebo muitas mulheres em minha clínica que passam pelo problema de queda capilar após o final da gestação. Mais precisamente após uns dois a três meses do nascimento de seus bebês.

A perda capilar pós-gestacional não é um problema que acomete todas as mulheres, mas uma grande porcentagem delas acaba evoluindo com esse quadro. Em especial, tenho maior preocupação com aquelas que já sofriam de algum tipo de queda capilar prévia ao início da gestação, porque o problema poderá ser agravado com a queda pós-gravídica se nenhuma medida preventiva for tomada.

Apesar disso, sempre que estou diante de pacientes que desejam engravidar e que manifestam receio da queda de cabelos ao final da gestação, incentivo a gravidez.

Entendo que a gestação é um momento mágico para a mulher. Não apenas por conta da chegada do bebê após as 36 a 40 semanas, mas por conta de um conjunto de modificações que o corpo da mulher passa para poder dar vida a uma nova vida.

E o que ocorre com os cabelos nessa época? Melhoram muito. Melhoram porque os hormônios da gestação somados a uma série de fatores favoráveis ao metabolismo feminino trazem como benefícios a saúde capilar. Logo, a mulher que teme a queda de cabelos no final da gestação deve ter ciência de que a gestação em si faz muito bem para os cabelos.

Mas vem o final da gestação. O corpo da mulher tem que se readaptar ao metabolismo não gestacional, os hormônios da gravidez deixam de interferir positivamente nos cabelos, é momento de amamentar, a dinâmica de vida da mãe muda, o sono muda, e surgem uma série de preocupações com o recém-nascido.

O resultado disso é que muitas mães evoluem com perda de cabelos após dois a três meses do final da gestação. Uma tragédia? Não. Não é uma tragédia. É um fato que precisa ser previsto pelo médico e, se possível, prevenido.

Mas como prevenir uma queda pós-gestacional? O que fazer para evitar que a mãe perca cabelos ao final da gestação?

Não é simples, nem 100% garantido, mas há todo um preparo para que a mãe tenha um impacto mínimo em seus cabelos após a gestação. De minha parte eu peço alguns exames antes de tomar qualquer medida. Após a leitura dos resultados e a melhor compreensão do estado de saúde da mãe, proponho uma série de suplementos nutricionais que colaboram com saúde dos cabelos e de suas raízes.

Esses suplementos podem ser tópicos (de aplicação no couro cabeludo) ou sistêmicos (tomados por via oral). Alguns medicamentos podem ser utilizados nessa fase caso a mãe esteja amamentando.
Outros devem ser evitados. Cabe ao médico a decisão pela escolha do que é melhor ser prescrito.
Procedimentos médicos ou estéticos podem ser avaliados e introduzidos. Laser de baixa potência, carboxiterapia, intradermoterapia, terapia com microagulhas e fototerapia com LEDs ajudam e são muito interessantes para a prevenção e tratamento das quedas pós-gestacionais.

Por fim, por se tratar de um eflúvio telógeno, um tipo de queda capilar autolimitada, o normal é que toda paciente que sofre de queda pós-gravídica tenha melhora espontânea do problema. Ainda assim, muitas delas sofrem demais com a perda de cabelos nessa época, e precisam de uma interferência médica para passar pelo problema com menor ansiedade.

Por fim, e como já disse acima, minha maior preocupação é com aquelas mulheres que já sofriam de queda capilar antes da gestação. Para essas, as medidas médicas são muito bem vindas e devem ser indicadas. Por que não acreditar que ao final da gestação, e com todo cuidado médico, a mulher que já sofria com queda de cabelos antes da gravidez possa vir a ficar com um saldo positivo de cabelos? Cabe ao médico e à paciente definirem as melhores medidas para prevenir o problema e interceder na hora certa.

Fica ainda a lembrança de que a gravidez é sempre um presente, e que a queda de cabelos pós-gravídica não deve ser encarada como algo amedrontador, uma vez que pode ser prevenida e tratada já na primeira semana após o parto.

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jul 31

TRATAMENTO DE ONICOMICOSE ATRAVÉS DO LASER E LED TERAPIA

Fonte: spaçodopé

Os efeitos terapêuticos do Led/laser são inúmeros, devido à sua amplitude nas possibilidades de aplicações. O laser possui 3 características peculiares, ou seja, é uma luz: colimada (sempre com o mesmo diâmetro), coerente (com o mesmo comprimento de onda) e monocromática (só com uma cor) onde apenas a porção boa da luz é utilizada Embora emita radiação, é uma considerada energia pura, possui algumas contra-indicações, como por exemplo, a aplicação em: grávidas, portadores de marca-passo, glândulas hiperativas e manchas irregulares. Já o led não emite radiação e possui uma gama de cores que podem ser utilizadas em várias áreas de forma terapêutica. Tanto o led como o laser (vermelho e o infra) tem a mesma função e promovem os mesmos benefícios como podemos ver em várias dissertações de mestrado encontradas na internet. Vale à pena pesquisar!

Sua ação regeneradora, antiinflamatória, analgésica, fungicida e cicatrizante é notada em curto prazo e o mais importante: o efeito é contínuo após uma única aplicação, ou seja, a condição de melhora é visível e se mantém por muito tempo. O tempo da continuidade desse efeito pode ser notado por até 45 dias após a aplicação, mas devemos considerar que cada organismo tem uma maneira de reagir aos diversos tipos de tratamentos, considerando suas condições naturais e sistema imunológico.

Sua aplicação é pontual e trabalha cada cm² da área a ser tratada. Por ser energia pura e de alta intensidade, toda energia direcionada é absorvida pelas células, essa por sua vez reage no tecido quimicamente, por esse motivo falamos que o Led e o laser é um biomodulador tecidual. A principal diferença da ação do Led/laser das outras técnicas utilizadas na Podologia é que o benefício celular é produzido de dentro para fora, ou seja, a célula absorve os efeitos do laser através da sua ação nas mitocôndrias, promovendo sua rápida recuperação e cura.

No tratamento da onicomicose a fonte óptica mais adequada é a vermelha, pois, possui melhor absorção na superfície da pele ou lâmina ungueal (unha). No caso da onicomicose, que é a infestação da lâmina ungueal por fungos e/ou cândidas, devido ao ambiente propício para se instalarem: quente, úmido e escuro, o laser atua como acelerador no crescimento da lâmina saudável e destrói os fungos através da terapia fotodinâmica. Com o crescimento rápido da lâmina, a região infestada é rapidamente eliminada. No tratamento das onicomicoses, utilizamos o azuleno, o azul de metileno, a 0,01% sem álcool ou a ortotoluidina, o local capta a irradiação da luz e destrói o microrganismo.

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jun 13

LASERTERAPIA: TÉCNICA AJUDA A MELHORAR DESEMPENHO ESPORTIVO

Fonte: kilorias

A fadiga muscular é um fenômeno muito corriqueiro que acontece com a atividade física e está relacionada à dor, incapacidade de manter o nível de força, o comprometimento do controle motor e a conseqüente redução do desempenho muscular.
De acordo com a fisioterapeuta Renata Luri Toma, mestre do programa de pós-graduação da Universidade Federal de São Paulo, “Diversas pesquisas têm se concentrado em estudar a fadiga, bem como desenvolver técnicas capazes de melhorar os seus efeitos negativos. Dentre essas técnicas, vem se destacando o laser terapêutico de baixa potência. Este recurso já é amplamente utilizado para tratamento de lesões musculares em clínicas e têm demonstrado resultados positivos no programa de treinamento físico. Para um atleta, por exemplo, os benefícios do laser associados ao seu habitual programa de treinamento repercutiriam em um melhor desempenho muscular e menor tempo de recuperação muscular entre as sessões. Os resultados promissores do laser abrem a perspectiva de um programa de treinamento físico mais eficaz e com um maior rendimento tanto para atletas quanto para idosos e jovens que praticam atividade física buscando qualidade de vida.”

Você já testou esta técnica?

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